Tudo o que o coração me disser!

sábado, 18 de fevereiro de 2012

De desafio a rubrica semanal....

Em Queda Livre :


  A expressão "passar de cavalo para burro" é muito conhecida, e faz referência à extrema facilidade com que passamos de heróis para vilões, de bons para maus. A tarefa de construir uma boa imagem de nós mesmos é muito árdua, é uma caminhada longa e por vezes sinuosa. Imaginem uma montanha,vamos "chamar-lhe" Vida, o objectivo é atingir o topo, os olhos dizem-nos que vai ser doloroso conseguir cortar a linha de meta, contudo enchemos o peito de coragem e o coração de esperança no sucesso. A aventura começa, os desafios surgem nesta escalada da Vida... um a um superamos, com maior ou menor dificuldade,os desafios... continuamos e vamos construindo uma reputação. Somos fortes e batalhadores aos olhos dos outros, inpiramos confiança, somos modelos para os que ambicionam o mesmo e nós sentimos que esta montanha afinal não é assim tao difícil. Até que quando pensamos que estamos seguros, e que depois de atingirmos o topo nada nem ninguém nos pode derrubar, eis que se solta uma pedra, como que se alguém nos tirasse o tapete debaixo dos pés. O que construímos durante muito tempo desmorona-se, então o que parecia impossivel acontece... iniciamos uma queda vertiginosa onde todo o trabalho árduo parece ter sido em vão. Um segundo, foi só um segundo... e demoramos anos a atingir o topo. Mas foi preciso um só instante no tempo para perderem a confiança em nós, para não acreditarem nas nossas capacidades. Será que ninguém se lembra de tudo o que fizemos?! Talvez, mas na Vida e aos olhos dos outros tem muito mais impacto uma falha do que muitos sucessos. Verdade dura e crua... A Vida por vezes é cruel, temos momentos bons e momentos maus. Não é um cenário negro, não acaba sempre em queda, mas se acabar resta levantar e voltar a escalar tendo sempre em mente que um erro é mais forte que um sucesso e que é preciso batalhar muito para que mesmo errando uma vez tenhamos crédito para continuar. É a Vida.


BlackRaven



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Dos amigos…

Não sou uma pessoa de muitos amigos. Não confundo conhecidos ou colegas com amigos.
Amigos tenho poucos, porque só assim me posso dedicar verdadeiramente a cultivar e alimentar uma verdadeira amizade. Desta forma posso garantir que, quase sempre, vou estar presente nos momentos mais importantes de cada um.
E por isso mesmo tento estar sempre em contacto com eles e de forma regular, não gosto que passe muito tempo sem lhes falar, sem saber como estão, sem dar e receber notícias.
Mas não consigo deixar de ficar triste quando vejo que existe um ou outro que se esquecem de dar notícias, que apenas esperam que eu entre em contacto… Quando preciso eu sei que estão lá, mas também gostava que não se esquecessem que as amizades se alimentam, precisamente para que elas não morram.
Não sou pessoa de estar todos os dias a ligar, a entrar em contacto, confesso que às vezes até se passam dias, semanas sem dizer nada… e também não gosto de ser “controlada” pelos amigos (nem por ninguém). Mas tento sempre ligar, marcar um café, um jantar e fazer com que aquela pessoa perceba que é especial para mim e que não é uma obrigação manter aquela amizade…


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Desenvolvimento de Produto #8

Em nome de todas as bebidas bem quentes que tomei durante estes dias de frio, aqui ficam umas belas chávenas! Porque todos os pormenores se tornam importantes para que um momento seja verdadeiramente agradável...



















Fontes de pesquisa aquiaquiaqui e aqui.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

#3 Facecoisos

Acho muito engraçado quando "desamigamos" alguém no Facebook, seja la pelo motivo que for, e essa pessoa volta a enviar um pedido de amizade!
Mas o que é que passa pela cabeça destas pessoas? Que a rede social tem alguma coisa contra eles e anda para ai a elimina-los de todo o lado? Que me passei da cabeça e desatei a eliminar pessoal crucial para a minha existência?
Expliquem-me lá o que passa pela cabeça desta gente... O desespero será assim tanto ou existe algum concurso de "olha para mim que tenho tantos amigos"?

Também existe outro género de pessoas que acham que por termos uma ligação de "amizade" no Facebook somos também amigos chegadíssimos na vida real. Pois claro que sim, o que eu gostava de poder eliminar as pessoas da minha vida com a mesma facilidade que se eliminam na rede social!!!

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Desafio...

Num deste dias lembrei-me de desafiar um dos seguidores do blog a escrever um texto à sua escolha, para publicar aqui no V3n3no Agridoce!
Muitos de vocês já devem ter reparado no seguidor e leitor assíduo BlackRaven, e o texto que se segue foi escrito por ele. Desfrutem e comentem ;)



Encruzilhadas:

 
Envoltas em superstições, as encruzilhadas sao conhecidas por afastarem demónios, bruxas e outras assombrações. Mas nao vou falar do oculto nem de superstições. Até para começar este texto vi-me envolto numa, ir directamente ao assunto ou colocar uma pequena introdução que criasse uma névoa de mistério. Bem as encruzilhadas a que me refiro são aquelas que nos aparecem na vida, que nos fazem parar, pensar e tentar ver um pouco mais à frente, quase como uma tentativa de adivinhar o futuro. O nível de dificuldade é relativo, há encruzilhadas que se abrem em dois caminhos, por ventura as mais fáceis, e aquelas que se abrem em três, quatro ou mais caminhos. A vida é feita de decisões, qual o caminho a seguir, qual o caminho que nos traz felicidade.... temos então dois instrumentos de medida, aqueles que nos vão ajudar a decidir, a Razão e o Coração. Por norma deveriamos dar "razão" à Razão, e em algumas encruzilhadas arrependi-me de ser levado pelo Coração, mas talvez arrependeria-me mais se nao tivesse tentado, e aqui reside o problema das escolhas, das decisões, depois de tomadas só damos conta de que tomamos a direcção errada quando batemos de frente contra o muro que simboliza o fim do caminho. O trajecto de volta é duro e penoso, outros não se levantam e fazem desse muro o seu "muro das lamentações", mas o erro torna-nos mais fortes, faz de nós humanos e eu prometo que vou continuar a errar na esperança de um dia acertar, com o intuito de ser feliz.
 
BlackRaven


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Lembra-te, lembra-te, lembra-teeeeeeeeeee

Detesto quando preciso de me lembrar de alguma coisa e nunca me vem a memória o que realmente quero… E penso, e volto a penas… Dou ordens ao meu cérebrozinho para pensar, para ir lá escarafunchar nas memórias antigas e nada!
É incrível como me consigo lembrar de coisas sem a mínima utilidade, e nunca me esqueço daquilo que quero esquecer… Mas quando preciso deste cérebro desalmado, ele deixa-me ficar sempre mal…
Vamos ter uma conversinha os dois, vamos vamos… Tens de começar a ser mais selectivo nas coisas que te vais lembrando!
E a parte mais interessante, é que quando já nem preciso de me lembrar do que inicialmente queria, do nada, lá surge a lembrança. Parece que é de propósito…


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Os tombos da vida…

Nem todas as pessoas reagem da mesma maneira perante as adversidades da vida. Há umas que conseguem ser fortes e seguir com a sua vida em frente, por muito que isso lhes custe; e há outras que passam vários meses ou até anos a lamentarem-se e a usarem sempre a mesma desculpa para não conseguir seguir em frente.
É verdade que há situações em que a vida não é meiga connosco, que as coisas não correm bem, ou tão bem como o esperado. Mas os factos não vão mudar por causa das lamentações extremas e vitimizadas…
Quando aprendemos a andar, são muitas as vezes em que caímos, em que nos magoamos, em que choramos, em que pedimos colo e não nos apetece sair da segurança dos braços maternos… Mas temos de continuar a caminhar, para podermos crescer e aprender o que é viver. A vida também nos trata assim, derruba-nos para que nos levantemos e aprendamos a andar…. Umas vezes em passos delicados de bebé, outras em passo calmo mas determinado, outras a correr com vontade de absorver tudo o que a vida tem para oferecer!
Mas tal como em crianças, não podemos cair e ficar indefinidamente no chão, há espera que um dia alguém nos levante. Se em miúdos tínhamos a coragem de seguir em frente e continuar a tentar caminhar, quando a vida nos derruba temos de pensar de forma semelhante e levantar…
Claro que a queda é maior, que a dor é maior, que o tempo para se levantar é maior… Mas de nada nos serve as lamechices, as desculpas, as vitimizações. Se não nos erguermos a vida vai passar por nos sem esperar que tenhamos a coragem de seguir com ela… e a seguir só acontecem mais lamentos, de quem não aproveitou, de quem não lutou para ser feliz e agora já é tarde!



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Dor física VS Dor sentimental

Muitas vezes surge-me a dúvida de qual das dores, física ou sentimental, será que dói mais, que nos massacra e dilacera mais!
É certo que muitas dores físicas podem ser insuportáveis, podem fazer sofrer horrores durante tempos infinitos… E a dor sentimental, invisível aos olhos, será que nos pode provocar o mesmo ou apenas somos nós que a deixamos instalar-se e acabar connosco aos pouco sem que ninguém perceba?
Para as dores físicas sabemos que pode existir tratamentos, que a atenuam imediatamente ou ao longo do tempo. Na verdade acho que com a dor sentimental acontece o mesmo, só que neste caso talvez seja o tempo o próprio analgésico.
Dificilmente somos nós a escolher a dor física, ela surge por algum motivo que geralmente nos é alheio. E a dor física, não seremos nos a escolher ou a permitir que ela avance e nos magoa mais ou menos? Não seremos nós a dar espaço para que ela avance sem que nos apercebamos disso, num acto inconsciente?
A dor sentimental não se escolhe, é certo, pelo menos não de forma consciente. Mas não sei definir se o sofrimento que se sente numa e noutra situação pode ser quantificado com medidas similares, por serem dores diferentes, com características diferentes e incomparáveis.
No entanto, continuo a ser da opinião que, ao contrário da dor física que é tratada com elementos físicos, a dor sentimental deve ser tratada também a nível sentimental. O preenchimento da alma nem sempre se cura apenas com medicamentos, mas sim com o tempo, com a aceitação do passado, com a aceitação dos factos…


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Desenvolvimento de Produto #7

Nem sempre o design está apenas ligado ao desenvolvimento do produto, mas também à funcionalidade da embalagem que o vai acolher! Hoje em dia não basta a uma marca ser conhecida, também necessita de se modernizar e tornar-se útil.
Ficam aqui algumas embalagens diferentes do que estamos habituados a ver.




















Embalagens par a água do Luso.















As fontes de pesquisa provêm aquiaquiaqui e aqui.

Adenda:


Os "ovos" SOSO não são temporizadores. São a embalagem de uma marca conhecida de sal em Espanha. Aqui fica a explicação:

Design de Eduardo del Frail
"Soso é uma marca de alta qualidade do sal. O cliente estava procurando uma embalagem diferencial que mudaria a referência atual nas prateleiras de charcutaria. O salvem de uma mina de sal ao lado de uma reserva natural em Santiago de la Ribera, Espanha. Um ovo é o recipiente perfeito, a sua própria concha é a embalagem, decidiu-se que a forma do ovo seria reproduzido para o recipiente de produto e adega sal.
Soso tem diferentes tipos de sal para cozinhar com diferentes sabores, a cor de cada ovo relaciona-se com o seu sabor. O projeto ea marca foram nomeados SOSO, que significa "falta de sal" em espanhol."




Fonte: aqui

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Prioridades…

Já tinha ouvido muitas vezes contar histórias de mulheres que abandonam vidas promissoras em prol de um homem, mas não estamos a falar de provas de amor, estamos a falar de mulheres que se anulam na sua totalidade porque o seu companheiro não concorda com a vida que esta leva.
É o ponto decadente de um ser humano, anular-se para que o outro fique feliz. Deixar de os estudos na universidade apenas porque o namorado actual não se sente bem por ela estudar e ele não, deixar um trabalho de sucesso porque o actual companheiro não acha que seja o mais apropriado porque ele é um operário e ela uma directora, entre outros muitos exemplos…
O que é que passa pela cabeça de uma mulher quando concorda com esta manipulação e anulação do seu intimo? Tem medo do quê, de ficar sozinha para o resto dos seus dias, de não encontrar mais nenhum homem à face da terra que a possa valorizar?
O caso que conheci é muito simples de explicar. Uma rapariga com pouca ou nenhuma experiencia em relacionamentos amorosos, de quem se ouviam histórias de envolvimentos sem compromisso, de homens que se aproveitavam da sua inocência e ingenuidade. Uma rapariga bastante insinuante, mas com pouco carácter ou personalidade, não era dona de uma beleza estonteante mas sociável. Conhece um rapaz com carácter manipulador, que se acha dono da verdade e pensa que tem uma experiencia de vida de meter inveja ao velho do Restelo, que depois de alguns relacionamentos decide que tem de conhecer alguém com quem casar e nada melhor do que a inocente lá da zona que é para não ter de procurar muito longe. Depois de alguma luta (ou nem por isso) lá se inicia o conto de fadas. Ele afasta-a dos amigos da faculdade, porque eram mais do que ele, um simples operários fabril que não conseguia discutir certos temas com o grupo; seguidamente leva-a a desistir da faculdade e a contentar-se com um emprego como caixeira de supermercado, e o que inicialmente era apenas um part-time para suportar despesas da faculdade passa a ser o emprego fixo da futura Sr. drª.
E a vida continua, na passividade de quem acredita ser feliz nas garras de um homem que pintou a história que queria sem se preocupar com o outro lado. Os “amigos” assistiam impávidos à necessidade de alguém que se anulava para poder sentir o que era ter um namorado e ser amada por alguém!

Não julgo, nem dou palpites sobre as escolhas… Mas eu não chamo a isto felicidade, chamo a isto uma forma de manipular alguém que tinha um sonho antes e que o deixou para seguir com um futuro que tinha medo de não poder ter. Se é o mais correcto, não sei. Depende do carácter de cada um, das escolhas e opções de vida!