Voltamos à rubrica de design...
Qual desta cadeiras escolhiam para passar umas horas bem relaxantes depois destes dias de sol?
Fontes aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
terça-feira, 27 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
Ai avózinha querida…
Hoje ia a passear na rua e um miúdo com pouco mais de 13/14 anos ia a
manter a seguinte conversa ao telefone:
“Pois pha, já soube o que fizeste! A minha mãe contou-me que hoje viraste
o leite no fogão e depois disseste a tua avó “limpa velha”!”
Lembrei-me logo da minha avó, e no que ela me faria tendo em conta uma
resposta semelhante a esta… Eram duas lapadas bem assentes e quem limpava a
barafunda era eu…
sexta-feira, 23 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
Estruturas…
Há palavras que só têm um verdadeiro impacto quando são ditas no momento
apropriado. Fora da situação, fora de tempo, não passam de palavras soltas…sem
sentido ou sem impacto!
O complicado não é dizer o que se tem para dizer. O complicado é,
conseguir ter discernimento suficiente para conseguir estruturar tudo o que se
quer dizer mas com lógica, com sentido e com objectivos concretos!
Confesso que, quando tenho algo importante para dizer a alguém, fico dias
a estruturar a informação, a forma de abordagem e o conteúdo da mensagem. E
aplica-se a tudo, desde a vida pessoal à profissional. Chego muitas vezes a
escrever tópicos com as informações, com os assuntos que quero abordar ou
esclarecer… É a minha forma de raciocinar!
Não gosto de ter conversas sérias, que implicam decisões, que implicam
perdas ou ganhos sem estar preparada para ela, sem saber qual o assunto, sem
ter tempo para pensar, supor, “adivinhar”, voltar a pensar e a reestruturar
tudo. Não consigo responder o que queria, da forma como queria, com as palavras
que queria, se for apanhada de surpresa…
quarta-feira, 21 de março de 2012
Protesto contra o consumismo de carne…
Decorreu, ontem, em Espanha um protesto contra o consumo de carne.
Pretendendo assim alertar as pessoas para os benefícios de uma dieta
vegetariana.
Eu não sou vegetariana, gosto muito de carne e não abdico dela na minha
dieta. Desde miúda que assisto à morte de animais para consumo e não, não fico
melindrada com isso. Para mim é algo normal…
Eu até tento compreender que as pessoas optem por praticar uma
alimentação baseada no vegetarianismo ou veganismo, cada um sabe de si e
pratica os valores que acha que deve praticar. É como tudo na vida…
Mas acho as imagens da reportagem demasiado chocantes e sem propósito.
Com os animais, ninguém tem coragem de dizer para negarem a sua natureza.
Ou seja, ninguém vai ali dizer a um leão “és um estúpido, comes carne”
(Exagero, eu sei!), nem vão dar às ovelhas bifes como alimentação… o ser-humano
tem a alimentação que achar mais apropriada.
Se podemos viver perfeitamente sem comer carne? Acredito que sim…
Os animais fizeram-te algum mal para que os comas? Não, é verdade. Mas
também não me estou a ver a ter uma galinha como animal de estimação.
![]() |
| Imagem retirada daqui |
Sem virgulas…
Tenho uma dificuldade enorme em ler textos sem vírgulas. Fico sem
perceber muito bem o sentido e ter de ler umas 3 ou 4 vezes a mesma frase para
perceber o que a pessoa me quer dizer… E claro, acabo por colocar vírgulas “virtuais”
para conseguir compreender o sentido da frase.
Oh phà, a sério, ponham vírgulas nas frases… pela vossa saúde e pela
minha sanidade mental!
segunda-feira, 19 de março de 2012
Não sei se me apetece mandar um berro…ou beber um shot!
Há fases na vida em que não sabemos o que fazer, não sabemos que atitude
tomar. Não sei se sigo e deixo as coisas andarem, continuarem o seu rumo como
até agora… rumo esse que não faz sentido, que se encontra esgotado, que já não tem
por onde se pegar. Situação essa que nunca mais vai mudar!
Mas em contrapartida, vem o medo. O medo de não estar lá quando ele
precisar de me ouvir, de não poder auxiliar e ajudar a que as coisas fiquem um
bocadinho melhor. Às vezes acho que me sinto mais importante do que realmente
sou… ou sou mesmo, mas há coisas que não podem mudar!
Não sei o que pode acontecer se bater a porta e desaparecer… Será que
perco tudo ou que tudo muda para melhor? Lutei tantos meses para quê, para
desistir?
Detesto desistir… detesto ter de prever o que poderá acontecer, quando não
faço ideia do que me espera!
Esta história parece não ter um ponto final, vai apenas tendo algumas
virgulas… umas mais longas do que outras, mas apenas virgulas! Dá vontade de
perguntar quantos meses, ou quantos dias irá durar mais esta vírgula… e ao
mesmo tempo de pedir que seja, apenas, mais uma vírgula.
As diferenças…
Ainda hoje, vejo muitas vezes dizerem que os que “estudaram até tarde” para
serem doutores não sabem o que é a vida. Parece que apenas as pessoas que começaram a
trabalhar cedo passaram por momentos maus, que tiveram de fazer sacrifícios ao
longo do tempo, que só eles abdicaram dos seus sonhos… As coisas não são bem
assim!
Eu sou um dos casos que deixou um trabalho fixo e razoavelmente bem
remunerado para ir estudar, porque tinha vontade de crescer profissionalmente e
aquele emprego “não me enchia as medidas”. Sabia que ali não podia evoluir
profissionalmente, nunca passaria daquele estatuto de assistente. Fui lutar
pelo que queria, mas não foi por isso que o caminho se tornou menos espinhoso.
Eu sei que é duro começar a trabalhar aos 14 ou 15 anos (há alguns anos,
até antes) era duro. Mas não se pode pensar que quem não passou por isso é
menos experiente, ou menos vivido, ou não sabe o que é a vida, ou que nunca
passou dificuldades, ou que nunca foi humilhado… A vida não é assim tão linear,
podemos ser doutores, mas muitas vezes também nós vivemos na pele todas essas
experiencias…
Nem todos são como estes jovens que estão agora na faculdade, ou a
caminho dela, que só se preocupam em gastar o dinheiro aos pais, que vivem uma
vida dupla fora da casa dos progenitores e que junto deles parecem anjinhos
papudos… Muitos destes jovens, são precisamente filhos dessas pessoas que
começaram a trabalhar aos 14 ou 15 anos!
Muitos jovens doutores também passaram por muitas adversidades para conseguirem esse objectivo, não se tira uma licenciatura a brincar com bonecas e carrinhos (ou eu fui burra e não consegui tirar a minha assim).
sexta-feira, 16 de março de 2012
"Cidade italiana proíbe habitantes de morrer"
A noticia foi publicada aqui, e diz que uma determinada população de uma cidade Italiana está "proibida" de morrer por falta de espaço no cemitério local.
Bem, a crise já esta a chegar à morte... Até para morrer é preciso ser privilegiado!
Vejam lá se não se lembram disso também em Portugal... e assim a expressão "não ter onde cair mortos" começa a ganhar outro sentido.
Bem, a crise já esta a chegar à morte... Até para morrer é preciso ser privilegiado!
Vejam lá se não se lembram disso também em Portugal... e assim a expressão "não ter onde cair mortos" começa a ganhar outro sentido.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Poliglota…
Neste caso também significa: falar várias línguas. Além do Português (que
já por si, é complicado), ainda temos as variantes do sarcasmo e das
indirectas nas entrelinhas.
Somos, ou não somos especialistas nisso? Em mandar uma indirectazinha no
meio de uma conversa séria, de manter uma conversa em tom de sarcasmos sem
nunca desmanchar…
Nem sempre a conversa corre bem, nem sempre se consegue decifrar em que “língua”
estão a conversar connosco, mas todos os dias as usamos.
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